post-title Negócios online de 2,5 bilhões e a logística https://estrelaoriente.com.br/wp-content/uploads/Negocios-online-de-25-bilhoes-e-a-logistica.jpg 2020-12-01 10:32:06 yes no Posted by: Categories: Noticias

Negócios online de 2,5 bilhões e a logística

Negócios online de 2,5 bilhões e a logística

01O e-commerce de móveis teve alta de 94,4% até maio em relação a 2019, um faturamento total de R$ 2,51 bilhões. Os dados são da pesquisa realizada pelo movimento Compre&Confie em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). O aumento da venda de móveis por meio online ocorreu por dois motivos: fechamento das lojas físicas e o fator home office.

É o que explica o presidente da ABComm, Maurício Salvador. “Primeiramente, o fechamento das lojas físicas que impulsionou o e-commerce de uma forma geral, pois todas as possibilidades de compras passaram a ser só pelo canal digital. Então, quebrou-se uma mesa ou uma cadeira, a única opção era ir para o digital”, explica.

Em segundo lugar, outro impulsionador foi a questão do home office, no qual muitas empresas tiveram que mandar seus colaboradores trabalharem de casa. “Muita gente, quando chegou em casa e foi procurar um canto para trabalhar, viu que não tinha. Dessa forma, teve que comprar uma mesa, uma cadeira, para adaptar seu ambiente de trabalho, correndo para comprar na internet”, justifica.

A perspectiva para o desempenho até o fim do ano, na avaliação do presidente da ABComm, é que o e-commerce de móveis feche com crescimento de 30% em média em 2020, considerando a alta no período do confinamento. “O e-commerce continua crescendo significativamente como cresceria mesmo sem a pandemia”, frisa Salvador.

E-commerce de móveis

O consumidor online está confiando mais na compra de móveis na web. Segundo Salvador, muita gente quebrou algumas barreiras psicológicas em relação a algumas categorias e a categoria de móveis foi uma delas. “Muita gente não comprava no e-commerce porque queria ver o material de perto, sentir, ver a qualidade ou o tamanho e essa barreira foi quebrada. Havia um pouco de tabu pelo lado do consumidor”, afirma.

Milhares de consumidores que compraram nessa categoria pela primeira vez em função da necessidade, certamente vão continuar e vão contar para outras pessoas que tiveram boas experiências, destaca o presidente. Dessa forma, ele acredita que manterão a categoria de móveis em um crescimento mais acelerado do que vinha até agora.

Por que ter e-commerce

Para as empresas offline terem seu canal de vendas online e não ficarem atrasadas, é preciso ter em mente que o e-commerce é um canal adicional de vendas e de alcance da empresa. No momento, a pandemia mostrou do pior jeito e comprovou que as empresas que realizam vendas e não possuem e-commerce, não entraram neste novo século e estão atrasadas.

“E isso vale para empresas de todos os portes, independente do segmento, produto e setor, devido a todos os consumidores e públicos-alvo estarem comprando pela internet diversos produtos. Com efeito, o e-commerce é válido para microempresários, empreendedores e para grandes indústrias e corporações”, diz Salvador.

Ele salienta que existem muitas plataformas que são muito simples e tem muitas que são super complicadas. Para começar rápido, alguns negócios precisam procurar uma plataforma simples, sem muitas integrações de estoque ou de informações em tempo real, nada disso. É possível colocar um e-commerce no ar muito rapidamente, contanto que seja mais simples (em alguns dias) e pagando barato.

Salvador percebe que algumas empresas chegaram para complicar e cobrando muito caro por isso. Porém, ele vê sites de e-commerce que pagaram muito caro e são piores do que outros que pagaram mais barato. “Ou seja, o preço da plataforma não é sinônimo de qualidade. Pelo contrário, os projetos mais interessantes que já vimos, começaram a partir da simplicidade”, diz e lembra:

“A ABComm tem um conteúdo muito amplo no site da associação para quem tiver interesse, que ajudam a criar um e-commerce de maneira rápida, simples e barata”.

E-commerce brasileiro

O e-commerce brasileiro faturou um total de R$ 41,92 bilhões, 56,8% a mais nos cinco primeiros meses de 2020 em comparação com 2019. Embora o valor do tíquete médio tenha caído 5,4% – de R$ 420,78 para R$ 398,03 –, o aumento do faturamento foi possível porque houve crescimento de 65,7% no número de pedidos, de 63,4 milhões para 105,06 milhões.

A Revista ÉPOCA  fez uma excelente matéria sobre as grandes empresas de vendas ON LINE,  vamos conferir — As empresas de comércio eletrônico gastam bilhões dedólares todos os anos para melhorar a administração de seus estoques e sistemas de logística. O maior desafio é garantir que haverá produtos disponíveis para entregar, no prazo combinado, ao consumidor. Manter itens demais em estoque pode acabar com a rentabilidade das companhias. Por fim, é preciso evitar fraudes.

A ­CNova, site de comércio eletrônico do Grupo Pão de Açúcar, informou ter perdido cerca de 200 milhões de reais, de 2011 a 2015, com o desvio de mercadorias de seus estoques. Diante disso, as empresas que querem ganhar dinheiro vendendo pela internet têm duas alternativas: investir para evitar problemas é uma, que sai caro. A outra, mais radical, é simplesmente não ter estoques.

O site MadeiraMadeira, que vende móveis e material de construção, apostou na segunda opção — e seus sócios hoje comemoram a decisão. Em 2015, pior ano do varejo no Brasil, o site faturou 88 milhões de reais, 83% mais do que em 2014, e pela primeira vez deu lucro — segundo estimativas de mercado, cerca de 10 milhões de reais.
Em 2009, quando fundou a empresa sem estoque, Daniel Scandian estava pensando mais em si mesmo do que no mercado de comércio eletrônico. Ex-piloto de corridas — em 2001, aos 21 anos, ele ganhou o campeo­nato sul-americano de Fórmula 3 —, Scandian largou as pistas em 2003 para trabalhar na empresa do pai, a NovoPiso, que vendia pisos de madeira.

Como os maiores clientes estavam nos Estados Unidos, a empresa passou a ter dificuldades após a crise de 2008. Scandian montou um site para desovar os produtos encalhados. Os resultados não foram suficientes para salvar a NovoPiso, que fechou, mas foram bons o suficiente para ele decidir apostar num negócio puramente online. “Aprendemos com o que aconteceu e, sem recursos para comprar e armazenar produtos, resolvemos ser uma empresa leve, sem estoque”, diz ele, que fundou a MadeiraMadeira com o irmão, Marcelo.

Inicialmente, fecharam parcerias com os fabricantes de piso que já conheciam para que eles entregassem os produtos diretamente aos clientes. Deu certo, e eles passaram a vender outros itens, como portas e janelas. “Para continuar crescendo, precisávamos de capital, então fomos buscar investidores”, diz.

Em 2012, os fundos de private equity Monashees, Kazek Ventures e Flybridge Capital tornaram-se sócios da MadeiraMadeira.
Com dinheiro em caixa, Scandian e os investidores decidiram visitar as operações de alguns dos poucos sites de móveis e decoração que também trabalham sem estoque no mundo, o Build.com, adquirido pela britânica Wolseley, cujo valor na bolsa é de 13,5 bilhões de dólares, e o americano Wayfair, que vale 4 bilhões de dólares. Depois do tour, a MadeiraMadeira passou a investir pesadamente em tecnologia. Criou uma área de serviços no site em que os consumidores informam a metragem do imóvel e calculam a quantidade de material necessária para a reforma.

Além disso, começou a monitorar as buscas dos clientes em sites de móveis e decoração e a passar essa informação aos fornecedores, que podem usar isso como subsídio na hora de decidir o que fabricar. “É uma empresa mais de tecnologia do que de varejo, e isso tem funcionado”, diz Hernan Kazah, sócio do Kaszek.

Os donos da Build.com e da Wayfair também investiram na MadeiraMadeira, que vende cerca de 50 000 produtos diferentes. Uma dificuldade desse tipo de modelo é a grande dependência de seus fornecedores: se um deles tiver problemas, a entrega pode atrasar. Estoques, afinal, servem justamente para controlar esse tipo de risco.
A MadeiraMadeira diz lidar com isso fechando parcerias com empresas que conhece há tempos. Além disso, para continuar crescendo, tem de enfrentar o aumento da concorrência. A loja de material de construção Leroy Merlin passou a vender online no ano passado.

A alemã Westwing, maior site de venda de móveis e decoração da Europa, presente em 14 países, começou a vender no Brasil em 2011 e diz ter cerca de 6 milhões de clientes cadastrados aqui. O site brasileiro Mobly continua crescendo e recebeu 80 milhões de reais em investimentos de fundos. Todas essas empresas estão de olho no crescimento do setor.

Em 2015, o pior ano do varejo brasileiro, as vendas online de móveis e decoração aumentaram 10% e somaram pouco mais de 700 milhões de reais. Não é muito — as vendas nas lojas tradicionais beiraram os 82 bilhões de reais no mesmo período —, mas é onde o estrago da recessão tem sido menor.

Por Patricia Valle
Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-exame/com-medo-da-crise-site-inova-e-funciona-sem-estoque/

 

——————————————————————–

O que é distribuição fracionada?

É uma solução logística que beneficia empresas de grande porte que atendem um amplo leque de empresas.. Esse serviço funciona da seguinte maneira: o caminhão da empresa logística é abastecido com mercadorias que serão entregues em diferentes endereços. A Estrela do Oriente especializou-se nessa modalidade de transporte de carga e hoje conta com atendimento EXPRESS  entre as praças de Curitiba e São Paulo através de sua filial estabelecida em Guarulhos – SP.

SE SUA NECESSIDADE É ENVIAR OU RECEBER CARGAS FRACIONADAS, ENTRE EM CONTATO CONOSCO

Podemos criar soluções customizáveis

Com uma vasta experiência, nossos profissionais podem analisar sua demanda e encontrar soluções personalizadas para sua operação visando sempre a economia com qualidade no atendimento.

Consulte-nos: +55 41 3388-9898

 

 

Deixe uma resposta

Loading…